ACEITAMOS CARTÕES DE CRÉDITO!!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Historia do Contrabaixo Acústico




O contrabaixo tem suas origens remotas na Baixa Idade Média, período compreendido entre o Cisma Greco-Oriental (1054) e a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos (1453). Descendente de uma família chamada "violas", que se dividia em dois grupos, violas de braço e violas de pernas, o contrabaixo é hoje o herdeiro maior e de som mais grave deste segundo grupo.

Por volta de 1200, o nome gige era usado para destinar tanto a Rabeca, instrumento de origem árabe com formato parecido com o alaúde como a guitar-fiddle (uma espécie de violão com o formato semelhante a um violino). No Sacro Império Romano Germânico, quase todos os instrumentos eram chamados pelo nome de gige, havendo a gige pequena e a grande. A música executada neste período era bastante simples, as composições situavam-se dentro de um registro bastante limitado e no que tange à harmonia, as partes restringiam-se a duas ou três vezes. Era muito comum instrumentos e vozes dobrarem as partes em uníssono.

Com o passar dos anos, o número de partes foi expandido para quatro.
Aproximadamente na metade do séc. XV, começou-se a usar o registro do baixo, que até então era desconsiderado. Com esta nova tendência para os graves, os músicos precisavam de instrumentos especiais capazes de reproduzir ou fazer soar as partes graves. A solução encontrada pelos construtores de instrumentos, os luthiers, foi simplesmente reconstruir os instrumentos existentes, mas em escala maior. Ocorre, então, uma evolução técnica e artística de um instrumento em conjunto com a história da música. Assim, a evolução no número de partes da harmonia trouxe a necessidade de se criar outros instrumentos que desempenhassem satisfatoriamente aquela nova função.

De qualquer modo, seu ancestral mais próximo foi o chamado violine, que no início do séc. XVII tornou-se o nome comumente designado à viola contrabaixo, mas apenas na metade do séc. XVII o nome do contrabaixo separou-se do violine. E começou a ter vida própria. Entretanto, até a metade do séc. XVIII o instrumento não era utilizado em larga escala, tanto que em 1730 a orquestra de J. S. Bach não contava com nenhum contrabaixo. Ainda faltava um longo caminho para a popularização.

Com o desenvolvimento da música popular no final do séc. XIX, principalmente no que diz respeito ao jazz, inicia-se assim a introdução do contrabaixo com uma inovação: ele não era tocado com arco... apenas com os dedos a fim de que tivesse uma marcação mais acentuada.

O jazz se populariza e durante toda a primeira metade do séc. XX, o baixo só pode ser imaginado como uma imenso instrumento oco de madeira usado para bases de intermináveis solos de sax, se bem que era usado também no princípio do blues e do mambo (estou falando de antes da 2º Guerra Mundial).

Assim foi até que em 1951, um norte-americano chamado Leo Fender cria um baixo tão elétrico quanto a guitarra elétrica que também criou. O primeiro modelo foi denominado Fender Precision, e o nome não era casualidade: frente aos tradicionais contrabaixos, com o braço totalmente liso, o novo instrumento incorporava trastes, assim como suas guitarras.

Parece uma bobagem, mas o detalhe dos trastes faz com que a afinação do baixo seja muito mais precisa, eis aí a origem do nome. Mas a revolução fundamental que representa o baixo elétrico frente ao contrabaixo é a amplificação do som. Se a solução antigamente havia sido aumentar a caixa de ressonância, transformando o violino em um instrumento imenso e com cordas muito mais grossas, desta vez a solução foi inserir uma pastilha eletromagnética no corpo do instrumento para que o som fosse captado. Além do mais, a redução do tamanho do instrumento permitiu aos baixistas transporta-lo com mais comodidade, e poder viajar no mesmo ônibus dos outros músicos portando seu próprio instrumento.

Mas nem tudo seria apenas vantagem, sobretudo para aqueles que tocavam baixo, mas não eram realmente "baixistas". Até então, o contrabaixo era o instrumento que todos acreditavam serem capazes de tocar, principalmente porque não se ouvia, de modo que muitos mais representavam em palco do que realmente tocar o baixo. A amplificação trouxe à tona quais eram os verdadeiros baixistas. 








sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Gravação do CD - The Lucky Dogs

Dia 13/10/2011 Eu (Jow Pomarolla) confirmo com Fabiano Pires (Pires Musical Studio) um horário para gravação e envio e-mails imediatamente para todos da banda para deixar certo horarios e detalhes. Todos confirmaram horario... Estavamos prontos para gravar, mas "peraí!!!!" E o Rabecão???



Esquecemos que haviamos deixado o equiopamento todo em Monte Verde para não ficar viajando com instrumentos e equipamento de som. Aí começa a nossa negociação com XixaBlues para ir buscar o rabecão, pratos e baquetas em monte verde para gravarmos com instrumentos que usamos em shows, para não dar diferença em qualidade de som e timbres. Após muita conversa entre Xixa e Robert resolvem ir buscar. Mas o sabado dia 15/10/2011 (Dia da gravação) amanheceu estranho, nublado pacas e com garoa. Quando abri a janela de casa pensei :"Putz, nem vamos gravar com o Rabecão..." mas Xixa se comprometeu a ir e foi (um pouco tarde mas foi,.....rs) Legal 18hs todos estavam no estudio e discutimos quais seriam as musicas que gravariamos, teriamos apenas 2 horas para gravar quantas musicas conseguissemos. Resolvemos então gravar um CD com muito Rockabilly e pouco POP anos 50. Mas foi dificil fugir do POP...rsrs As musicas ficaram assim:

STRAY CAT STRUT
KISS ME QUICK
BLUE SUEDE SHOES
OH! BOY
SUMMERTIME BLUES
A NEW SHERIFF, MAYBE A NEW MAN (The Lucky Dogs)
PEDRA BELA ROCK FEST (The Lucky Dogs)
TEENAGE HEAVEN
SOMETHIN ELSE
MY ONE DESIRE

Canções gravadas sem problemas, e com muita confiança, afinal estavamos executando essas canções há bastante tempo em Monte Verde. Agora era só aguardar a edição das musicas para a divulgação e compilação para o Disco que estamos lançando para mostrar nosso trabalho!

Parabéns aos integrantes da Banda que executaram muito bem as canções e gravaram com qualidade. Obrigado ao Fabiano Pires (Pires Musical Studio) que sempre abriu as portas para os musicos de Bragança paulista para registrarem seus trabalhos e sempre fez um ótimo trabalho de gravação, edição e apoio as bandas e musicos!

Valeu Galera e não deixem de acessar nosso myspace e ouvir nossas canções!
http://myspace.com/luckydogs50

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Subindo a Serra uai!!

The Lucky Dogs em Monte Verde teve inicio em 12/08/2011 por intermédiode Paulo Garciia (Demozi Trio) que nos indicou após um conflito de datas na agenda de seu trio. Nos dando a oportunidade de trabalhar no restaurante Beija-flor. A banda se reuniu, discutimos repertório, ensaiamos muito e seguimos para Monte Verde, nervosos e anciosos. Noite de sexta fez muito frio, talvez por não estarmos acostumados, tivemos mals momentos...rsrs... Não é facil tocar com a temperatura entre 6° e 7°C...rsrs No Sábado tivemos mais surpresas com o retorno do publico. Que ouve as canções e aplaude, parabeniza, compra Cds, pedem cartões e conversam com os musicos. Ficamos muito felizes com o retorno do publido e com o acolhimento do pessoal de Monte Verde.
Se quiserem nos encontrar em Monte Verde e acompanhar nossas apresentações, sigam nossa agenda!!

Quero aproveitar e parabenizar meus parceiros de Banda que se dedicaram e se entregaram de corpo e alma e hoje estamos entre os melhores musicos e bandas de Monte Verde.

Grande abraços a todos!!!